Páginas
descrição de método (provisório)
Propõe-se aqui usar este espaço comum da seguinte maneira. Paginas individuais de cada um podem ser usadas para cada uma das narrativas individuais. A pagina inicial que vai ser uma sequencia de posts pode relatar como se unem cenas; propostas de edição de filme de umas narrativas com outras (incluindo inserção de links ou não aos ditos textos) (encoraja-se interrupções fodidas); o documento de texto partilhado por mail na Google Drive intitulado "Para Cita" pode ser usado como o espaço de condensação final do projecto. Esse texto pode ser imprimido e será o dito guião. Espero que não concordem, ou que concordem.
PS: A vantagem que eu vejo do regime de posts na pagina inicial é o seu cariz desconexo, e por consequência libertador, em relação ao regime linear de uma só página em narrativa linear, que tem vantagens de claridade para cada uma das narrativas individuais, podendo-se linkar posts da pagina inicial a palavras, parágrafos ou o que seja de cada narrativa individual.
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terça-feira, 25 de junho de 2013
1. ruínas de albufeira
2. tavira, pego do inferno e incêndios
3. aljustrel
canaviais
campos de golf
um parque numa cidade ou um rossio numa aldeia
curva da morte do carrolo e do pedro
grutas de lagos com insuflável
-----
o miguel não traz tendas
duas câmaras novas e o resto: enunciar aqui outras câmaras
pedro faz a playlist das 160 músicas
acta feita
2. tavira, pego do inferno e incêndios
3. aljustrel
canaviais
campos de golf
um parque numa cidade ou um rossio numa aldeia
curva da morte do carrolo e do pedro
grutas de lagos com insuflável
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o miguel não traz tendas
duas câmaras novas e o resto: enunciar aqui outras câmaras
pedro faz a playlist das 160 músicas
acta feita
domingo, 23 de junho de 2013
não consegui postar na minha parte e tentei. depois logo ponho se me explicares, miguel
projeto
título: coisas interessantes da existência
ideia: tentar captar coisas interessantes da existência
- vou filmar coisas interessantes, se conseguir. por interessantes entendo as coisas que me façam filmar. não vou precisar de editar, vai em sequência do que for filmando.
- não existirão quaisquer preocupações narrativas
- terei a sensibilidade totalmente embotada, mas vou tentar na mesma.
- vamos gravar sobre a edição final uma banda sonora composta por todos nós. vamos tentar tocar coisas que tornem ainda mais interessantes as imagens. não há problema se piorarmos, estamos a tentar.
projeto
título: coisas interessantes da existência
ideia: tentar captar coisas interessantes da existência
- vou filmar coisas interessantes, se conseguir. por interessantes entendo as coisas que me façam filmar. não vou precisar de editar, vai em sequência do que for filmando.
- não existirão quaisquer preocupações narrativas
- terei a sensibilidade totalmente embotada, mas vou tentar na mesma.
- vamos gravar sobre a edição final uma banda sonora composta por todos nós. vamos tentar tocar coisas que tornem ainda mais interessantes as imagens. não há problema se piorarmos, estamos a tentar.
sábado, 22 de junho de 2013
Pedido
Oi pessoal,
Vou fazer um pedido a todos. Quero que seja o único pedido que faça porque realmente não quero impor nada. Mas para não impor preciso de um mínimo de informação. Eu sei que há vários graus de inscrição neste projecto e julgo que isso não é de modo algum contra producente. Ainda assim e sem repetirem o meu método peço que postem no mínimo uma descrição da direcção dos vossos esqueletos, ou mais, para que eu e todos possamos ter uma visão mais completa do todo a almejar.
Eu diria que seria bom ter essa descrição até segunda.
Porquê?
O meu instinto de escrever rápido foi que muito à imagem dos parasitas e metamisto que eu e o pedro temos andado a fazer se pudesse reagir e completar/quebrar narrativas de outro num processo de resposta constante. Se esse é o meu método o vosso vazio não me permite aplicar esse método ao vosso trabalho e por outro lado não tem havido essa aplicação por vocês ao meu texto. Assim sinto que estou em aguas de bacalhau sem possibilidade de construção conjunta.
A minha alternativa é aprimorar o meu texto se bem que quase teria interesse que alguém o aprimorasse por mim.
Bem sei que o regime de ferias é sacrosanto, mas pedir nunca doeu né!?
Estou na cabana do lago onde vocês teriam vindo se me tivessem visitado! Mando fotos depois. Tá se muito bem!
Ps: no meu ver esse esqueleto deve ser descrito na vossa pagina. Cada nome cada esqueleto. Depois disso a discussão pode continuar no espaço conjunto da pagina inicial. Boa escrita!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Cardos e cerveja
Soube hoje que certas espécies de cardos são usadas como levedura de cerveja. A ver quais!
jovens cineastas raptam dedicado guia turístico aljustrelense
Posto de Turismo de Aljustrel
Aqui pode obter mais informações sobre o que pode visitar ou usufruir, material de divulgação, mas também publicações locais e de temática mineira além de alguns artigos e produtos locais para recordação.
Fazemos visitas acompanhadas e interpretadas ao nosso património.
Elaboramos programas de visita por medida. Para isso diga-nos:
- hora de chegada
- tempo disponível
- número de pessoas
- leque de idades e se existem pessoas com mobilidade reduzida.
- interesses específicos
O acompanhamento das visitas é gratuito. Os visitantes deverão ter meio de transporte com lugar para o guia local.
Contacte-nos. Solicite as informações de que necessita. Peça-nos sugestões. Dê-nos sugestões.
Tempo limite
Hei pessoal,
Recebo a minha mãe hoje em Helsínquia, o que quer dizer que vou estar com tempo reduzido para blogadeiras, mas ainda cá posso vir cheirar. Eu diria que o tempo limite para fazer avanços narrativos é este fim de semana.
Depois disso e sabendo o que temos de filmar (se postarem alguma coisa ou se puderem descrever o que pretendem fazer) já podemos decidir quantas e quais câmaras vamos precisar de comprar.
Parece que mais que câmaras vamos precisar de putas e motas... Por isso no meu ver se não houver grande coisa aqui não há e pode se investir no vinho verde e acompanhamento.
Relembro para mais que a comprar câmaras online o tempo da encomenda vai ser à volta de uma semana, por isso teremos de decidir alguma coisa na semana que vem.
A minha mãe vai na quarta dia 26 e eu voo no domingo 30.
Boas
domingo, 16 de junho de 2013
Ab Ovo Hitherto - Obsolescence Obire
Charnel Decede, Carnal Dissever
Incursion Cleave Corpsurreal Avant
Ullage Liaise Prestygious Decant
Redivivus Succor
Oneiric Forclore
Thee Obliquitious Flaw
Redivivus Succor
Black Window Agape
Crooken Equipoise
Quaver Artifabric
Attunement Synchronous
Fatum Certus
Luctus...Vade
Excedere Vita
Charnel Decede, Carnal Dissever
Incursion Cleave Corpsurreal Avant
Ullage Liaise Prestygious Decant
Redivivus Succor
Oneiric Forclore
Thee Obliquitious Flaw
Redivivus Succor
Black Window Agape
Crooken Equipoise
Quaver Artifabric
Attunement Synchronous
Fatum Certus
Luctus...Vade
Excedere Vita
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Vendaval Cerebral 3 - Personagens
Putrefia - rapariga jovem, fumadora, apetecível, quase gorda. trabalha no mcdonald´s mas passa o tempo com os rapazes e já quase os comeu todos.
http://www.outofbalance.org/fellini/whore.htm
http://www.outofbalance.org/fellini/whore.htm
Acta de conversa telefónica entre Pedro e Miguel, em que discutiu a ideia de regras por narrativa esquelética.
Pedro propõe regime inverso ao desregramento momêntaneo aqui proposto, em que histórias vernaculares estáticas e representativas de fábulas gerais e repetitivas (leia-se arquétipos), são convertidas nas (pseudo)-personagens por nós criadas. A ideia seria, que esse regime pode, em vez de libertar as histórias e o tom possível, concentrar as diferentes criações de cada um de nós num regime predefinido (narrativa esquelética) . Para tal, e como exemplo, Pedro referiu o texto de João de Barros com conecção abaixo:
BARROS, João de, 1496-1570 Chronica de Emperador Clarimundo, donde os Reys de Portugal descendem
NOTA: Este regime é possível, e pode ser até libertador, no sentido em que permite a livre existência das personagens com os seus desviamentos próprios, em relação à história arquetipal representada. Para tal, e sem, a meu ver, criar conflito com o processo já definido no texto constante do blog entre o título do blog e a barra de procura.
Sendo assim esse regime de histórias pode ser descrito aos poucos na página inicial e condensado, não no texto exterior do google docs, mas numa nova página deste blog feita em conjunto, em que o filme é delineado linearmente por todos. Podendo tudo o resto formar apoio e ilustração a esse documento pelo mesmo sistema de links.
Foi falado por mim que como alternativa poderemos usar as próximas duas semanas até à ultima semana de Junho para criação livre de narrativas e personagens e a partir daí fazer muito mais no sentido da arrumação e implementação das mesmas. A partir da última semana de Junho posso/podemos criar essa página conjunta e avançar assim.
BARROS, João de, 1496-1570 Chronica de Emperador Clarimundo, donde os Reys de Portugal descendem
NOTA: Este regime é possível, e pode ser até libertador, no sentido em que permite a livre existência das personagens com os seus desviamentos próprios, em relação à história arquetipal representada. Para tal, e sem, a meu ver, criar conflito com o processo já definido no texto constante do blog entre o título do blog e a barra de procura.
Sendo assim esse regime de histórias pode ser descrito aos poucos na página inicial e condensado, não no texto exterior do google docs, mas numa nova página deste blog feita em conjunto, em que o filme é delineado linearmente por todos. Podendo tudo o resto formar apoio e ilustração a esse documento pelo mesmo sistema de links.
Foi falado por mim que como alternativa poderemos usar as próximas duas semanas até à ultima semana de Junho para criação livre de narrativas e personagens e a partir daí fazer muito mais no sentido da arrumação e implementação das mesmas. A partir da última semana de Junho posso/podemos criar essa página conjunta e avançar assim.
Vendaval Cerebral 2 - Personagens
Marisa - rapariga desenxovalhada, que mora em casa elevada por pilares, que há muito deixou de servir. Não se lhe conhece o pai, apesar de se saber que dorme durante o dia em casa, e que sai pela noite. Para além de ninguém saber quem ele é, ninguém sabe ao certo o que faz. Os únicos sinais que dá de vida vêem da janela do quarto a altas horas da noite. De um só sítio à beira do rio vêem-se as baforadas de cigarro que manda no luar quente e mosquitado. Marisa não fala dele porque não o conhece e não sabe nem onde anda nem onde dorme. Talvez por isso trate do mundo com desprezo sabido de quem sente o que não se vê. É linda pra quem gosta de mulher suja, de cabelo seco e crispado, mas de tinge clara e avermelhada pelo sol ao ponto de ficar rubra. Não consome palavras até porque não gosta delas. Usa adjectivos esporadicamente. Só mesmo quando fala com otários.
A Velha - A velha não tem dentes da frente e fica sentada pelo dia debaixo da casa a proteger-se do sol. Mas deixa o quintal para o resto da gente, porque se esqueceu que é seu. E disso a convenceu toda a gente e muito bem!
A Velha - A velha não tem dentes da frente e fica sentada pelo dia debaixo da casa a proteger-se do sol. Mas deixa o quintal para o resto da gente, porque se esqueceu que é seu. E disso a convenceu toda a gente e muito bem!
sábado, 8 de junho de 2013
Vendaval Cerebral não redutor de personagens
A questão aqui não é tanto a invenção de um numero de personagens inconcebivel de filmar, mas de elementos que por descrição possam condensar-se e delinear suficientemente para expressar a "ideia".
Personagens é usado como uma ideia bem livre já que prevejo a necessidade de algumas das ditas personagens serem representadas, ou por espécies típicas da flora portuguesa, tanto como possivelmente por miniaturas de carros e figurinos humanos, facilmente representados por brinquedos.
Algumas das personagens aqui descritas são retiradas de um texto original do pedro, mas pode ser que reencontrem em narrativas distintas.
Canavial - Personagem típica da flora portuguesa que se dedica a maior parte do tempo a magoar ciganinhos e chatear agricultores. Tem também o condão interessante de formar sebes divisórias económicas pelas hortas açoriadas do litoral. É um ser naturalmente agarrado à terra e de humor seco. Antipático com o milho, por lhe invejar as barbas e a sensibilidade, já que este é por comparação extremamente necessitado de atenção.
Turrão - Terreno seco a relembrar ninho de termitas, com seringas e cacos de potes com laivas de chuva nas suas paredes íngremes. Personalidade indistinta para já, mas apaixonado pela simplicidade de pão torrado com chouriço e queijo de ovelha. Pensa que a mistura de café com moscatel foi inventada por si.
Senhor - Pachorrento implacável que poderia ter o apelido de Seabra. Gordo, lento e quasi estúpido. Gostaria de partilhar a sua habitação com um pacote de Xanax e aceita discutir burburinhos. Para mais não acredita em trabalho mas sim em emprego, e por isso já perdeu a dignidade perante os vizinhos há muito tempo. Reconhecidamente altivo quando contrariado especialmente num caso de amor em que, ao que parece, comeram o pito à namorada que entretanto emigrou. A partir daí e sabendo perfeitamente quem o tipo era, tinha alguma tendência de o cumprimentar de forma muito educada enquanto apertava com toda a força a mão do Cabrão, sempre-entre-sorrisos.
Outro - não é ele, nunca.
Rato - emigrado por ambição. antecipadamente pobre por pessimismo, decidiu devolver o seu tempo ao mundo por heremitismo sonante numa metrópole. Decidido ao sonambulismo excitado dessa condição perdeu anos da sua vida em busca de canudos que nunca recebeu. Voltará a casa pobre como sempre se viu ser, com a diferença em relação aos seus amigos de adolescência, de nunca ter disposto de relações íntimas com ninguém. Assim é um estranho: proto-dias-pária.
Personagens é usado como uma ideia bem livre já que prevejo a necessidade de algumas das ditas personagens serem representadas, ou por espécies típicas da flora portuguesa, tanto como possivelmente por miniaturas de carros e figurinos humanos, facilmente representados por brinquedos.
Algumas das personagens aqui descritas são retiradas de um texto original do pedro, mas pode ser que reencontrem em narrativas distintas.
Canavial - Personagem típica da flora portuguesa que se dedica a maior parte do tempo a magoar ciganinhos e chatear agricultores. Tem também o condão interessante de formar sebes divisórias económicas pelas hortas açoriadas do litoral. É um ser naturalmente agarrado à terra e de humor seco. Antipático com o milho, por lhe invejar as barbas e a sensibilidade, já que este é por comparação extremamente necessitado de atenção.
Turrão - Terreno seco a relembrar ninho de termitas, com seringas e cacos de potes com laivas de chuva nas suas paredes íngremes. Personalidade indistinta para já, mas apaixonado pela simplicidade de pão torrado com chouriço e queijo de ovelha. Pensa que a mistura de café com moscatel foi inventada por si.
Senhor - Pachorrento implacável que poderia ter o apelido de Seabra. Gordo, lento e quasi estúpido. Gostaria de partilhar a sua habitação com um pacote de Xanax e aceita discutir burburinhos. Para mais não acredita em trabalho mas sim em emprego, e por isso já perdeu a dignidade perante os vizinhos há muito tempo. Reconhecidamente altivo quando contrariado especialmente num caso de amor em que, ao que parece, comeram o pito à namorada que entretanto emigrou. A partir daí e sabendo perfeitamente quem o tipo era, tinha alguma tendência de o cumprimentar de forma muito educada enquanto apertava com toda a força a mão do Cabrão, sempre-entre-sorrisos.
Outro - não é ele, nunca.
Rato - emigrado por ambição. antecipadamente pobre por pessimismo, decidiu devolver o seu tempo ao mundo por heremitismo sonante numa metrópole. Decidido ao sonambulismo excitado dessa condição perdeu anos da sua vida em busca de canudos que nunca recebeu. Voltará a casa pobre como sempre se viu ser, com a diferença em relação aos seus amigos de adolescência, de nunca ter disposto de relações íntimas com ninguém. Assim é um estranho: proto-dias-pária.
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