descrição de método (provisório)

Propõe-se aqui usar este espaço comum da seguinte maneira. Paginas individuais de cada um podem ser usadas para cada uma das narrativas individuais. A pagina inicial que vai ser uma sequencia de posts pode relatar como se unem cenas; propostas de edição de filme de umas narrativas com outras (incluindo inserção de links ou não aos ditos textos) (encoraja-se interrupções fodidas); o documento de texto partilhado por mail na Google Drive intitulado "Para Cita" pode ser usado como o espaço de condensação final do projecto. Esse texto pode ser imprimido e será o dito guião. Espero que não concordem, ou que concordem.

PS: A vantagem que eu vejo do regime de posts na pagina inicial é o seu cariz desconexo, e por consequência libertador, em relação ao regime linear de uma só página em narrativa linear, que tem vantagens de claridade para cada uma das narrativas individuais, podendo-se linkar posts da pagina inicial a palavras, parágrafos ou o que seja de cada narrativa individual.

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

work the fireworks

http://publicdomainreview.tumblr.com/post/54659600249/appendixjournal-smithsonianlibraries-from-thehttp://publicdomainreview.tumblr.com/post/54659600249/appendixjournal-smithsonianlibraries-from-the


e este


http://publicdomainreview.tumblr.com/post/54659622491/appendixjournal-an-engraving-of-the-1749http://publicdomainreview.tumblr.com/post/54659622491/appendixjournal-an-engraving-of-the-1749


copiem e pesquisem.. não me entendo com isto..

terça-feira, 25 de junho de 2013

1. ruínas de albufeira
2. tavira, pego do inferno e incêndios
3. aljustrel

canaviais
campos de golf
um parque numa cidade ou um rossio numa aldeia
curva da morte do carrolo e do pedro
grutas de lagos com insuflável

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o miguel não traz tendas

duas câmaras novas e o resto: enunciar aqui outras câmaras

pedro faz a playlist das 160 músicas


acta feita

Pequeno




domingo, 23 de junho de 2013

não consegui postar na minha parte e tentei. depois logo ponho se me explicares, miguel

projeto

título: coisas interessantes da existência

ideia: tentar captar coisas interessantes da existência

- vou filmar coisas interessantes, se conseguir. por interessantes entendo as coisas que me façam filmar. não vou precisar de editar, vai em sequência do que for filmando.
- não existirão quaisquer preocupações narrativas
- terei a sensibilidade totalmente embotada, mas vou tentar na mesma.
- vamos gravar sobre a edição final uma banda sonora composta por todos nós. vamos tentar tocar coisas que tornem ainda mais interessantes as imagens. não há problema se piorarmos, estamos a tentar.


sábado, 22 de junho de 2013

Pedido

Oi pessoal,

Vou fazer um pedido a todos. Quero que seja o único pedido que faça porque realmente não quero impor nada. Mas para não impor preciso de um mínimo de informação. Eu sei que há vários graus de inscrição neste projecto e julgo que isso não é de modo algum contra producente. Ainda assim e sem repetirem o meu método peço que postem no mínimo uma descrição da direcção dos vossos esqueletos, ou mais, para que eu e todos possamos ter uma visão mais completa do todo a almejar. 

Eu diria que seria bom ter essa descrição até segunda.

Porquê? 

O meu instinto de escrever rápido foi que muito à imagem dos parasitas e metamisto que eu e o pedro temos andado a fazer se pudesse reagir e completar/quebrar narrativas de outro num processo de resposta constante. Se esse é o meu método o vosso vazio não me permite aplicar esse método ao vosso trabalho e por outro lado não tem havido essa aplicação por vocês ao meu texto. Assim sinto que estou em aguas de bacalhau sem possibilidade de construção conjunta. 

A minha alternativa é aprimorar o meu texto se bem que quase teria interesse que alguém o aprimorasse por mim. 

Bem sei que o regime de ferias é sacrosanto, mas pedir nunca doeu né!?

Estou na cabana do lago onde vocês teriam vindo se me tivessem visitado! Mando fotos depois. Tá se muito bem!

Ps: no meu ver esse esqueleto deve ser descrito na vossa pagina. Cada nome cada esqueleto. Depois disso a discussão pode continuar no espaço conjunto da pagina inicial. Boa escrita!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cardos e cerveja

Soube hoje que certas espécies de cardos são usadas como levedura de cerveja. A ver quais!
as coisas começaram a existir à nossa volta. sentíamo-nos cercados.

...o guia a voltar para Aljustrel

jovens cineastas raptam dedicado guia turístico aljustrelense



Posto de Turismo de Aljustrel
Aqui pode obter mais informações sobre o que pode visitar ou usufruir, material de divulgação, mas também publicações locais e de temática mineira além de alguns artigos e produtos locais para recordação.

Fazemos visitas acompanhadas e interpretadas ao nosso património.

Elaboramos programas de visita por medida. Para isso diga-nos:
  • hora de chegada
  • tempo disponível
  • número de pessoas
  • leque de idades e se existem pessoas com mobilidade reduzida.
  • interesses específicos

O acompanhamento das visitas é gratuito. Os visitantes deverão ter meio de transporte com lugar para o guia local.

Contacte-nos. Solicite as informações de que necessita. Peça-nos sugestões. Dê-nos sugestões.

Tempo limite

Hei pessoal, 

Recebo a minha mãe hoje em Helsínquia, o que quer dizer que vou estar com tempo reduzido para blogadeiras, mas ainda cá posso vir cheirar. Eu diria que o tempo limite para fazer avanços narrativos é este fim de semana. 

Depois disso e sabendo o que temos de filmar (se postarem alguma coisa ou se puderem descrever o que pretendem fazer) já podemos decidir quantas e quais câmaras vamos precisar de comprar. 

Parece que mais que câmaras vamos precisar de putas e motas... Por isso no meu ver se não houver grande coisa aqui não há e pode se investir no vinho verde e acompanhamento. 

Relembro para mais que a comprar câmaras online o tempo da encomenda vai ser à volta de uma semana, por isso teremos de decidir alguma coisa na semana que vem.

A minha mãe vai na quarta dia 26 e eu voo no domingo 30.

Boas

terça-feira, 11 de junho de 2013

Actividade zero

Desde a sua criação este blog quase teve o primeiro dia sem actividade. Não mais...

domingo, 9 de junho de 2013

A Marisa pode ser um cardo, seco ou não


A personagem do Senhor pode ser representado por um pião


Alguns nomes tipicos de tipos de shots nao traduzidos para referencia simples do tipo de imagem a criar

http://www.mediacollege.com/video/shots/

Se alguém entrar pela via do storyboard, aqui estão algumas referências

http://www.belofilms.com/?p=370

Possibilidade de montagem

http://areena.yle.fi/tv/1378411




E não esqueçamos o Mondego


Temos sempre a hipótese de ir à boleia

http://www.deboleia.com/










Vendaval Cerebral 3 - Personagens

Putrefia - rapariga jovem, fumadora, apetecível, quase gorda. trabalha no mcdonald´s mas passa o tempo com os rapazes e já quase os comeu todos.

http://www.outofbalance.org/fellini/whore.htm

Filme Pára-Arranca muy belo!


Acta de conversa telefónica entre Pedro e Miguel, em que discutiu a ideia de regras por narrativa esquelética.

Pedro propõe regime inverso ao desregramento momêntaneo aqui proposto, em que histórias vernaculares estáticas e representativas de fábulas gerais e repetitivas (leia-se arquétipos), são convertidas nas (pseudo)-personagens por nós criadas. A ideia seria, que esse regime pode, em vez de libertar as histórias e o tom possível, concentrar as diferentes criações de cada um de nós num regime predefinido (narrativa esquelética) . Para tal, e como exemplo, Pedro referiu o texto de João de Barros com conecção abaixo:

BARROS, João de, 1496-1570 Chronica de Emperador Clarimundo, donde os Reys de Portugal descendem

NOTA: Este regime é possível, e pode ser até libertador, no sentido em que permite a livre existência das personagens com os seus desviamentos próprios, em relação à história arquetipal representada. Para tal, e sem, a meu ver, criar conflito com o processo já definido no texto constante do blog entre o título do blog e a barra de procura.

Sendo assim esse regime de histórias pode ser descrito aos poucos na página inicial e condensado, não no texto exterior do google docs, mas numa nova página deste blog feita em conjunto, em que o filme é delineado linearmente por todos. Podendo tudo o resto formar apoio e ilustração a esse documento pelo mesmo sistema de links.

Foi falado por mim que como alternativa poderemos usar as próximas duas semanas até à ultima semana de Junho para criação livre de narrativas e personagens e a partir daí fazer muito mais no sentido da arrumação e implementação das mesmas. A partir da última semana de Junho posso/podemos criar essa página conjunta e avançar assim.

Vendaval Cerebral 2 - Personagens

Marisa - rapariga desenxovalhada, que mora em casa elevada por pilares, que há muito deixou de servir. Não se lhe conhece o pai, apesar de se saber que dorme durante o dia em casa, e que sai pela noite. Para além de ninguém saber quem ele é, ninguém sabe ao certo o que faz. Os únicos sinais que dá de vida vêem da janela do quarto a altas horas da noite. De um só sítio à beira do rio vêem-se as baforadas de cigarro que manda no luar quente e mosquitado. Marisa não fala dele porque não o conhece e não sabe nem onde anda nem onde dorme. Talvez por isso trate do mundo com desprezo sabido de quem sente o que não se vê. É linda pra quem gosta de mulher suja, de cabelo seco e crispado, mas de tinge clara e avermelhada pelo sol ao ponto de ficar rubra. Não consome palavras até porque não gosta delas. Usa adjectivos esporadicamente. Só mesmo quando fala com otários.

A Velha -  A velha não tem dentes da frente e fica sentada pelo dia debaixo da casa a proteger-se do sol. Mas deixa o quintal para o resto da gente, porque se esqueceu que é seu. E disso a convenceu toda a gente e muito bem!

Connecção

A Casa da Marisa

sábado, 8 de junho de 2013

Vendaval Cerebral não redutor de personagens

A questão aqui não é tanto a invenção de um numero de personagens inconcebivel de filmar, mas de elementos que por descrição possam condensar-se e delinear suficientemente para expressar a "ideia".

Personagens é usado como uma ideia bem livre já que prevejo a necessidade de algumas das ditas personagens serem representadas, ou por espécies típicas da flora portuguesa, tanto  como possivelmente por miniaturas de carros e figurinos humanos, facilmente representados por brinquedos.

Algumas das personagens aqui descritas são retiradas de um texto original do pedro, mas pode ser que reencontrem em narrativas distintas.

Canavial - Personagem típica da flora portuguesa que se dedica a maior parte do tempo a magoar ciganinhos e chatear agricultores. Tem também o condão interessante de formar sebes divisórias económicas pelas hortas açoriadas do litoral. É um ser naturalmente agarrado à terra e de humor seco. Antipático com o milho, por lhe invejar as barbas e a sensibilidade, já que este é por comparação extremamente necessitado de atenção.

Turrão - Terreno seco a relembrar ninho de termitas, com seringas e cacos de potes com laivas de chuva nas suas paredes íngremes. Personalidade indistinta para já, mas apaixonado pela simplicidade de pão torrado com chouriço e queijo de ovelha. Pensa que a mistura de café com moscatel foi inventada por si.

Senhor - Pachorrento implacável que poderia ter o apelido de Seabra. Gordo, lento e quasi estúpido. Gostaria de partilhar a sua habitação com um pacote de Xanax e aceita discutir burburinhos. Para mais não acredita em trabalho mas sim em emprego, e por isso já perdeu a dignidade perante os vizinhos há muito tempo. Reconhecidamente altivo quando contrariado especialmente num caso de amor em que, ao que parece, comeram o pito à namorada que entretanto emigrou. A partir daí e sabendo perfeitamente quem o tipo era, tinha alguma tendência de o cumprimentar de forma muito educada enquanto apertava com toda a força a mão do Cabrão, sempre-entre-sorrisos.

Outro - não é ele, nunca.

Rato - emigrado por ambição. antecipadamente pobre por pessimismo, decidiu devolver o seu tempo ao mundo por heremitismo sonante numa metrópole. Decidido ao sonambulismo excitado dessa condição perdeu anos da sua vida em busca de canudos que nunca recebeu. Voltará a casa pobre como sempre se viu ser, com a diferença em relação aos seus amigos de adolescência, de nunca ter disposto de relações íntimas com ninguém. Assim é um estranho: proto-dias-pária.